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A história de Conceição do Mato Dentro remonta ao tempo do ouro, no inicio do século XVIII, tendo sua origem na expedição de bandeirantes que desbravaram o território mineiro em busca desse metal. Embora existam relatos de que a primeira expedição teria chegado à região em meados do século XVI (1573), liderada por Fernandes Tourinho, a região só teria sido povoada de fato no inicio do século XVIII.O território era originalmente habitado pelos índios Botocudos até que, em 1701, numa expedição liderada pelo Coronel Antônio Soares Ferreira, foi descoberta, na região onde os bandeirantes se entrincheiravam contra o ataque dos índios, o que seria uma das mais ricas lavras de ouro do nordeste mineiro. Relatos do descobrimento afirmam ter sido o Córrego do Cuiabá o cenário de um dos fatos mais importantes para a história e a formação do município: com uma só bateada, Gabriel Ponce de Leon, que fazia parte da comitiva, encontrou cerca de 20 oitavas de ouro, valor de grande expressão na época. A partir daí, deu-se início à exploração do ouro desde o córrego do Vintém (até então conhecido como lavra do Gambá) até o córrego do Bandeirinha. A extração de ouro era abundante e a riqueza atraía pessoas que começaram, então, a formar o povoado.Antes da chegada à região que hoje pertence à Conceição, os bandeirantes, seguindo em direção ao sul, encontraram um ribeirão rico em metais preciosos, ao qual deram o nome de Ribeirão Santo Antônio, e ergueram na região onde hoje se encontra o distrito de Córregos a Capela de Nossa Senhora Aparecida de Córregos. Mais tarde, foram desbravando o território atravessado pelo ribeirão, onde se encontra atualmente o município de Conceição do Mato Dentro. Em 1702, já no início da formação do povoado, Gabriel Ponce de Leon, num ato de devoção a Nossa Senhora da Conceição, ergueu uma pequena capela onde, mais tarde, graças à doação de recursos, seria construída a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição. A santa foi escolhida como padroeira do povoado, sendo a origem do nome do município, ?Conceição?, uma homenagem a ela. Já a origem do complemento do nome, ?do Mato Dentro?, está na expressão em tupi ca-eté, que significa ?mata verdadeira? ou ?mata virgem?, usada pelos índios para se referir àquela que era uma região de mata fechada, a qual os bandeirantes adentraram em busca do ouro. Após o período de exploração das lavras, a população passou a se manter através da agricultura de subsistência e da pecuária extensiva. Até o ano de 1840, a cidade permaneceu como distrito do Serro, sendo emancipada em 1851 com o nome de Conceição do Serro. Esse nome foi alterado em 1925 para Conceição e em 1943 modificado definitivamente para Conceição do Mato Dentro. Até a década de 30, Conceição passou por um processo de desenvolvimento lento por estar isolada das outras regiões, tendo ligação rodoviária apenas com Belo Horizonte. Nos dias atuais, Conceição vem se destacando como grande centro cultural, conhecida como ?Capital Mineira do Ecoturismo? por suas belezas naturais e como centro de cultura e tradição. Palco de grandes histórias e detentora de um rico patrimônio arquitetônico, a cidade, em seus 305 anos, é umas das mais importantes e conhecidas da região e do estado.
A história de Conceição do Mato Dentro remonta ao tempo do ouro, no inicio do século XVIII, tendo sua origem na expedição de bandeirantes que desbravaram o território mineiro em busca desse metal. Embora existam relatos de que a primeira expedição teria chegado à região em meados do século XVI (1573), liderada por Fernandes Tourinho, a região só teria sido povoada de fato no inicio do século XVIII.O território era originalmente habitado pelos índios Botocudos até que, em 1701, numa expedição liderada pelo Coronel Antônio Soares Ferreira, foi descoberta, na região onde os bandeirantes se entrincheiravam contra o ataque dos índios, o que seria uma das mais ricas lavras de ouro do nordeste mineiro. Relatos do descobrimento afirmam ter sido o Córrego do Cuiabá o cenário de um dos fatos mais importantes para a história e a formação do município: com uma só bateada, Gabriel Ponce de Leon, que fazia parte da comitiva, encontrou cerca de 20 oitavas de ouro, valor de grande expressão na época. A partir daí, deu-se início à exploração do ouro desde o córrego do Vintém (até então conhecido como lavra do Gambá) até o córrego do Bandeirinha. A extração de ouro era abundante e a riqueza atraía pessoas que começaram, então, a formar o povoado.Antes da chegada à região que hoje pertence à Conceição, os bandeirantes, seguindo em direção ao sul, encontraram um ribeirão rico em metais preciosos, ao qual deram o nome de Ribeirão Santo Antônio, e ergueram na região onde hoje se encontra o distrito de Córregos a Capela de Nossa Senhora Aparecida de Córregos. Mais tarde, foram desbravando o território atravessado pelo ribeirão, onde se encontra atualmente o município de Conceição do Mato Dentro. Em 1702, já no início da formação do povoado, Gabriel Ponce de Leon, num ato de devoção a Nossa Senhora da Conceição, ergueu uma pequena capela onde, mais tarde, graças à doação de recursos, seria construída a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição. A santa foi escolhida como padroeira do povoado, sendo a origem do nome do município, ?Conceição?, uma homenagem a ela. Já a origem do complemento do nome, ?do Mato Dentro?, está na expressão em tupi ca-eté, que significa ?mata verdadeira? ou ?mata virgem?, usada pelos índios para se referir àquela que era uma região de mata fechada, a qual os bandeirantes adentraram em busca do ouro. Após o período de exploração das lavras, a população passou a se manter através da agricultura de subsistência e da pecuária extensiva. Até o ano de 1840, a cidade permaneceu como distrito do Serro, sendo emancipada em 1851 com o nome de Conceição do Serro. Esse nome foi alterado em 1925 para Conceição e em 1943 modificado definitivamente para Conceição do Mato Dentro. Até a década de 30, Conceição passou por um processo de desenvolvimento lento por estar isolada das outras regiões, tendo ligação rodoviária apenas com Belo Horizonte. Nos dias atuais, Conceição vem se destacando como grande centro cultural, conhecida como ?Capital Mineira do Ecoturismo? por suas belezas naturais e como centro de cultura e tradição. Palco de grandes histórias e detentora de um rico patrimônio arquitetônico, a cidade, em seus 305 anos, é umas das mais importantes e conhecidas da região e do estado.
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Um dos principais atrativos de Conceição do Mato Dentro, com uma área total de 852 hectares, Salão de Pedras localiza-se na parte mais alta da encosta do Campo Grande, região Oeste do município. Elevado à categoria de Parque Municipal em dezembro de 1999, é desde 2005, uma área da reserva da biosfera da Serra do Espinhaço.
A cobertura vegetal do Parque corresponde à tipologia campo-cerrado, e abriga vegetações de campos de altitude, matas de galeria e capões. A grande presença de corredeiras e piscinas naturais de águas límpidas, em função do relevo acidentado, forma um cenário de beleza cênica ímpar.
Nesta Unidade de Conservação (UC) e/ou em seus limites, estão situados os principais balneários da cidade: Água Quente, Baú, Ginásio, Padre Elói, Lago Azul, Poço das Ninfas e outros. Ainda há, na área, uma grande riqueza de mananciais e alguns, inclusive, contribuem para o abastecimento de água da cidade.
A relevância histórica desta área está registrada nos três sítios arqueológicos ali encontrados, que é tombada pelo patrimônio histórico. Foi aqui, também, que os bandeirantes que chegaram à região, em 1702, na expedição chefiada por Ponce de Leon, enfrentaram os índios botocudos numa batalha sangrenta e que, por fim, obrigou os sertanistas a buscarem abrigo na parte mais baixa do vale, onde encontraram as ricas lavras de outro do córrego Cuiabá.
A área é de alta significância ambiental e histórico-cultural devido aos recursos naturais, à beleza cênica do Parque e, ainda, pela presença de sítios arqueológicos e pinturas rupestres datadas de até cinco mil anos atrás. Os blocos rochosos, que afloram do alto das colinas, passaram por transformações com a ação do vento e das chuvas ao longo dos séculos, formando singulares elementos esculturais, que, além de configurarem um cenário paisagístico único, transformaram-se num dos maiores atrativos da região.
Hoje, o Parque é visitado por turistas e esportistas de várias nacionalidades para a prática do boulder, uma modalidade de escalada, que tem nesta área um dos melhores pontos do mundo. O que faz do lugar um dos mais visitados do município, principalmente no momento mágico do pôr-do-sol. Do Salão de Pedras, vislumbra-se a magia das cores no alto da Serra do Intendente, tendo o Pico do Breu como pano de fundo.
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Localizada no Parque Municipal Ribeirão do Campo, no Parque Estadual da Serra Geral do Intendente, no Distrito de Tabuleiro MG à 19 km da sede Conceição do Mato Dentro, a cachoeira é a mais alta de Minas Gerais e a terceira do Brasil. São 273 m de queda livre – o equivalente a um prédio de 91 andares -, diante de um paredão multicolorido, de beleza monumental. Daí, a formação de um grande poço de cerca de 20 m de profundidade e rodeado por blocos, inclusive, submersos. Na parte alta da cascata, antes da queda, o visitante pode apreciar outros poços e quedas d’água, em meio a jardins naturais com orquídeas e bromélias gigantes.
A vegetação predominantemente na região do Tabuleiro é o campo rupestre, com capões de mata atlântica e espécies de cerrado. O córrego Ribeirão do Campo, que deu nome ao Parque, corre formando várias piscinas naturais de água cor de caramelo até encontrar o Rio Preto, próximo à sede do distrito.
Uma das belezas naturais mais visitadas, a Cachoeira do Tabuleiro, que se encontra no distrito que leva o mesmo nome, também é conhecida como a ‘cachoeira do coração’, devido ao formato do paredão rochoso por onde despencam as águas. Cachoeira do Tabuleiro é uma das “7 Maravilhas da Estrada Real”
E não é à toa que essa maravilha faz jus a todos os títulos até então recebidos. Considerada pelo Guia Quatro Rodas por duas vezes consecutivas como a mais bonita do Brasil, também foi eleita em 2012, com mais de 40 mil votos, uma das “7 Maravilhas da Estrada Real”. O concurso foi realizado pelo Instituto Estrada Real, órgão ligado à Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg).O Parque é aberto ao público diariamente, das 7h às 16h, porém a entrada somente é autorizada em condições climáticas favoráveis. É cobrada uma taxa de visitação no valor de R$10,00 por pessoa e o limite de visitantes dentro do Parque é de 200 turistas por dia. Não são permitidas as atividades de esportes de aventura, como o rapel, a escalada, o base jump, entre outros. O local é sem dúvida alguma o maior atrativo não apenas do município, mas de toda a região, e assim como os demais pontos turísticos requer um cuidado exemplar.
A vegetação predominantemente na região do Tabuleiro é o campo rupestre, com capões de mata atlântica e espécies de cerrado. O córrego Ribeirão do Campo, que deu nome ao Parque, corre formando várias piscinas naturais de água cor de caramelo até encontrar o Rio Preto, próximo à sede do distrito.
Uma das belezas naturais mais visitadas, a Cachoeira do Tabuleiro, que se encontra no distrito que leva o mesmo nome, também é conhecida como a ‘cachoeira do coração’, devido ao formato do paredão rochoso por onde despencam as águas. Cachoeira do Tabuleiro é uma das “7 Maravilhas da Estrada Real”
E não é à toa que essa maravilha faz jus a todos os títulos até então recebidos. Considerada pelo Guia Quatro Rodas por duas vezes consecutivas como a mais bonita do Brasil, também foi eleita em 2012, com mais de 40 mil votos, uma das “7 Maravilhas da Estrada Real”. O concurso foi realizado pelo Instituto Estrada Real, órgão ligado à Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg).O Parque é aberto ao público diariamente, das 7h às 16h, porém a entrada somente é autorizada em condições climáticas favoráveis. É cobrada uma taxa de visitação no valor de R$10,00 por pessoa e o limite de visitantes dentro do Parque é de 200 turistas por dia. Não são permitidas as atividades de esportes de aventura, como o rapel, a escalada, o base jump, entre outros. O local é sem dúvida alguma o maior atrativo não apenas do município, mas de toda a região, e assim como os demais pontos turísticos requer um cuidado exemplar.
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Substituindo o velho pelourinho existente no local desde 1719, onde os negros eram castigados, o Chafariz da Republica foi inaugurado em 22 de Abril de 1825 por iniciativa de Cnego Bento Alves Goldim e do Comendador Joaquim Bento Ferreira Carneiro. Tombado pelo IPHAN em 9 de Maro de 1960 o chafariz teve seu projeto execuo da escultura feitos por Mestre José Caetano e a canalizao e assentamento por Mestre Carlos José da Silva. Feito em pedra sabão possui uma estrutura que apresenta coluna de 3,30 m de altura. Divide-se em duas partes sendo a inferior, mais pesada e composta por carrancas que jorram água pela boca sustentando um Guerreiro Guarani com 80 cm. Constituindo um dos mais belos monumentos do estilo ?Indianista?, o chafariz compe o conjunto arquitetônico da Praça Dom Joaquim e do centro histórico da cidade de Conceição do Mato Dentro.

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